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terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Reprodução Túnica M32 Allgemeine SS Uniform wwii



Este item será feito pelo nosso Mestre Alfaiate, usando suas medidas específicas para um ajuste perfeito!
A imagem pode ser um pouco diferente um pouco na cor do produto que você vai receber devido à monitor diferente. Por favor, esteja ciente de antes da licitação.
Depois de pagar a ordem, por favor, envie-nos o tamanho que você precisa ou suas medidas do corpo: busto / cintura / ombro Full / comprimento da manga / túnica. 


Seu artigo será terminado em 20-30 dias depois de nos contar as suas medidas corporais.
Peças produzidas a partir de modelos originais.
Produto 100% nacional.
 

Material:lã e seda

1. Sempre peça a alguém para tomar suas medidas; não tente medir-se.
2. Tire suas medidas sobre uma única camada de roupa (como uma camisa) para um melhor ajuste.
3. Tome cuidado para que a fita métrica não é muito apertado, quando você mede. Para melhores resultados, a fita deve ser de folga suficiente para girar facilmente em torno de seu braço, mas firme o suficiente para que ele não deslize para cima e para baixo de seu braço.
 

             


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Acompanha:cruz de ferro,badge ferido,collar tabs.


 








 
































 s

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Levante do Gueto de Vársovia (o que o relatório Stroop não mostrou): os abusos contra mulheres


O Levante do Gueto de Varsóvia foi uma insurreição no Gueto de Varsóvia, na Polónia em 1943. Deixando de lado a parte de batalhas, vamos mostrar um pouco um outro lado da guerra, e veremos o que o relatório Stroop não mostrou. Pode-se afirmar que era um tipo de revista necessária, dependendo da situação, mas esse tipo de fotografia é bem peculiar e interessante de se analisar.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

OS HOMENS AMAM A GUERRA

OS HOMENS AMAM A GUERRA
Não sei com que armas os homens lutarão na Terceira Guerra,
mas na Quarta, será a pau e pedra –Einstein
Os homens amam a guerra. Por isso
se armam festivos em coro e cores
para o dúbio esporte da morte.

Amam e não disfarçam.
Alardeiam esse amor nas praças,
criam manuais e escolas,
alçando bandeiras e recolhendo caixões,
entoando slogans e sepultando canções.

Os homens amam a guerra. Mas não a amam
só com a coragem do atleta
e a empáfia militar, mas com a piedosa
voz do sacerdote, que antes do combate
serve a hóstia da morte.

Foi assim na Criméia e Tróia,
             na Eritréia e Angola,
             na Mongólia e Argélia,
             no Saara e agora.

Os homens amam a guerra
E mal suportam a paz.

Os homens amam a guerra,
portanto,
não há perigo de paz.

Os homens amam a guerra, profana
ou santa, tanto faz.

Os homens têm a guerra como amante,
embora esposem a paz.

E que arroubos, meu Deus! nesse encontro voraz!
que prazeres! que uivos! que ais!
que sublimes perversões urdidas
na mortalha dos lençóis, lambuzando
a cama ou campo de batalha.

Durante séculos pensei
que a guerra fosse o desvio
e a paz a rota. Enganei-me. São paralelas
margens de um mesmo rio, a mão e a luva,
o pé e a bota. Mais que gêmeas
são xifópagas, par e ímpar, sorte e azar
são o ouroboro- cobra circular
eternamente a nos devorar.

A guerra não é um entreato.
É parte do espetáculo. E não é tragédia apenas
é comédia, real ou popular,
é algo melhor que circo:
     -é onde o alegre trapezista
      vestido de kamikase
      salta sem rede e suporte,
      quebram-se todos os pratos
      e o contorcionista se parte
      no kamasutra da morte.

A guerra não é o avesso da paz.
É seu berço e seio complementar.
E o horror não é o inverso do belo
-é seu par. Os homens amam o belo
mas gostam do horror na arte. O horror
não é escuro, é a contraparte da luz.
Lúcifer é Lubel, brilha como Gabriel
e o terror seduz.
               Nada mais sedutor
que Cristo morto na cruz.

Portanto, a guerra não é só missa
que oficia o padre, ciência
que alucina o sábio, esporte
que fascina o forte. A guerra é arte.
E com o ardor dos vanguardistas
frequentamos a bienal do horror
e inauguramos a Bauhaus da morte.

Por isso, em cima da carniça não há urubu,
chacais, abutres, hienas.
Há lindas garças de alumínio, serenas,
num eletrônico balé.

Talvez fosse a dança da morte, patética.
Não é . É apenas outra lição de estética.
Daí que os soldados modernos
são como médico e engenheiro
e nenhum ministro da guerra
usa roupa de açougueiro.

Guerra é guerra!
     dizia o invasor violento
     violentando a freira no convento
Guerra é guerra!
     dizia a estátua do almirante
     com a boca de cimento.
Guerra é guerra!
     dizemos no radar
     desgustando o inimigo
     ao norte do paladar.

Não é preciso disfarçar
o amor à guerra, com história de amor à pátria
e defesa do lar. Amamos a guerra
e a paz, em bigamia exemplar.
Eu, poeta moderno ou o eterno Baudelaire
eu e você, hypocrite lecteur,
mon semblable, mon frère.
Queremos a batalha, aviões em chamas
navios afundando, o espetacular confronto.

De manhã abrimos vísceras de peixes
com a ponta das baionetas
e ao som da culinária trombeta
enfiamos adagas em nossos porcos
e requintamos de medalha
-os mortos sobre a mesa.

Se possível, a carne limpa, sem sangue.
Que o míssil silente lançado à distância
não respingue em nossa roupa.
Mas se for preciso um banho de sangue
-como dizia Terêncio:-sou humano
e nada do que é humano me é estranho.

A morte e a guerra
 não mais me pegam ao acaso.
     Inscrevo sua dupla efígie na pedra
     como se o dado de minha sorte
     já não rolasse ao azar,
     como se passasse do branco
     ao preto e ao branco retornasse
     sem nunca me sombrear.
Que venha a guerra! Cruel. Total.
O atômico clarim e a gênese do fim.
Cauto, como convém aos sábios,
primeiro bradarei contra esse fato.
Mas, voraz como convém à espécie,
ao ver que invadem meus quintais,
das folhas da bananeira inventarei
a ideológica bandeira e explodirei
o corpo do inimigo antes que ataque.
E se ele não atirar primeiro, aproveito
seu descuido de homem fraco, invado sua casa
realizando minha fome milenar de canibal
rugindo sob a máscara de homem.

-Terrível é o teu discurso, poeta!
Escuto alguém falar.
     Terrível o foi elaborar.
     Agora me sinto livre.
     A morte e a guerra
     já não podem me alarmar.
     Como Édipo perplexo
     decifrei-a em minhas vísceras
     antes que a dúbia esfinge
     pudesse me devorar.

Nem cínico nem triste. Animal
humano, vou em marcha, danças, preces
para o grande carnaval.
Soldado, penitente, poeta
-a paz e a guerra, a vida e a morte
me aguardam
- num atômico funeral.

-Acabará a espécie humana sobre a Terra?
Não. Hão de sobrar um novo Adão e Eva
a refazer o amor, e dois irmão:
-Caim e Abel
             -a reinventar a guerra.

domingo, 25 de abril de 2010

German Bombers: The Luftwaffe's Weakest Link


Na eclosão da II Guerra Mundial, as forças alemãs foram reconhecidas como as mais bem equipadas e mais eficientes do mundo. O sucesso inicial da campanha de ataque, no entanto disfarçou algumas deficiências fundamentais, especialmente na Luftwaffe. Durante o conflito, o Terceiro Reich não tinha um bombardeiro eficaz e pelo tempo que esta falha foi abordada, já era tarde demais. O preço que a Alemanha e Hitler iriam pagar por não investir em bombardeiros de longo alcance seria enorme, e um fator importante que contribuiu para o desfecho da II Guerra Mundial.
Narrado por Graham McTavish. DVD contém material tanto em preto e branco e em cor.
German Bombers: The Luftwaffe's Weakest Link [Scorched Earth]
Dual Audio: English & German | AVI | 688x512 | MP3 224kbps | 00:47:40 | XviD | 700 MB
Genre: Documentary
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 Obs: Ainda não há legendas disponíveis.

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